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	<title>Nuno Luis, Nature and Travel Photography</title>
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		<title>PARIS &#8211; PUBLISHED ARTICLE</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 21:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Viagem a Paris &#8211; ARTIGO PUBLICADO Já se encontra à venda a edição nº 22 da revista de moda &#8220;Edit Magazine&#8221;. Nesta edição, é publicado um artigo da minha autoria, bem como um conjunto de imagens inéditas da cidade luz, Paris. O charme e o encanto da capital francesa contados na primeira pessoa numa experiência [...]]]></description>
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<p><span id="more-1573"></span></p>
<p align="center" class="style5">Viagem a Paris &#8211; ARTIGO PUBLICADO</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style1" >
<p>Já se encontra à venda a edição nº 22 da revista de moda &#8220;Edit Magazine&#8221;.</p>
<p>Nesta edição, é publicado um artigo da minha autoria, bem como um conjunto de imagens inéditas da cidade luz, Paris.</p>
<p>O charme e o encanto da capital francesa contados na primeira pessoa numa experiência muito pessoal, tendo como pano de fundo alguns dos ícones que ajudaram a tornar esta cidade a mais visitada em todo o mundo.</p>
<p>O artigo agora publicado, será em breve aqui disponibilizado.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
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		<title>PUBLISHED INTERVIEW</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 00:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ENTREVISTA COM NUNO LUÍS Já se encontra nas bancas a edição de Janeiro de 2012 da revista de moda EDIT. Neste número, é publicada uma entrevista comigo, onde ao longo de 4 páginas revisito os momentos mais marcantes do meu percurso pelo mundo da fotografia. A entrevista aborda temas como a minha paixão pela fotografia [...]]]></description>
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<p><span id="more-1545"></span></p>
<p align="center" class="style5">ENTREVISTA COM NUNO LUÍS</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style1" >
<p>Já se encontra nas bancas a edição de Janeiro de 2012 da revista de moda EDIT. Neste número, é publicada uma entrevista comigo, onde ao longo de 4 páginas revisito os momentos mais marcantes do meu percurso pelo mundo da fotografia.<br />
A entrevista aborda temas como a minha paixão pela fotografia de paisagem, a descoberta pelo prazer da fotografia de viagem e claro, o projecto fotonature e quais os meus objectivos futuros.</p>
<p>A entrevista para a Edit Magazine pode ser lida <a href="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2012/01/EmWeb.jpg"  target="_blank" > AQUI</a>.&#8221;  </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
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		<title>PUBLISHED ARTICLE</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ARTIGO PUBLICADO A empresa Strail, dedicada ao comércio de equipamento para actividades ao ar livre, publica no seu website, um artigo da minha autoria. O artigo escolhido para publicação, com o título &#8220;Inverno e Fotografia&#8221;, dá dicas úteis sobre a melhor forma de fotografar todo o drama que esta estação do ano tão peculiar pode [...]]]></description>
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<p><span id="more-1526"></span></p>
<p align="center" class="style5">ARTIGO PUBLICADO</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style1" >
<p> A empresa Strail, dedicada ao comércio de equipamento para actividades ao ar livre, publica no seu website, um artigo da minha autoria.</p>
<p>O artigo escolhido para publicação, com o título &#8220;Inverno e Fotografia&#8221;, dá dicas úteis sobre a melhor forma de fotografar todo o drama que esta estação do ano tão peculiar pode proporcionar em termos fotográficos. </p>
<p>Além das dicas fotográficas, o artigo dá alguns conselhos sobre a melhor forma de suportar os rigores do inverno, quando se anda de câmara em punho.</p>
<p>O artigo agora publicado, pode ser lido na integra,<a href="http://www.s-trail.com/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=331%3Ainverno-e-fotografia&#038;catid=16%3Aprimarios&#038;Itemid=200021"  target="_blank" > AQUI</a>.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
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		<title>PUBLISHED PHOTO</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Published]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagem em tutorial de Photoshop Elements A edição de Outubro de 2011, da revista inglesa Photoplus, utiliza no seu suplemento de edição de imagem, uma fotografia minha num dos seus tutoriais de Photoshop Elements. É a segunda vez que a referida revista publica este artigo, a primeira vez tinha acontecido em 2010. Leia o artigo [...]]]></description>
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<p><span id="more-1511"></span></p>
<p align="center" class="style5">Imagem em tutorial de Photoshop Elements</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style1" >
<p>A edição de Outubro de 2011, da revista inglesa Photoplus, utiliza no seu suplemento de edição de imagem, uma fotografia minha num dos seus tutoriais de Photoshop Elements. É a segunda vez que a referida revista publica este artigo, a primeira vez tinha acontecido em 2010.</p>
<p>Leia o artigo publicado, <a href="http://www.photoradar.com/techniques/technique/photoshop-elements-tutorial-8-essential-edits-for-every-photo"  target="_blank" >AQUI</a>.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
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		<title>PUBLISHED PORTFOLIO</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 21:19:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Portfolio Publicado &#8211; Revista Outdoor A revista portuguesa Outdoor, publica na sua edição de Novembro de 2011, um conjunto 8 imagens da minha autoria. As imagens agora publicadas, têm como denominador comum o tema &#8220;neve&#8221; e &#8220;Parque Natural Serra da Estrela&#8221;. Esta publicação, não deixa também de ter para mim um enorme significado, pois o [...]]]></description>
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<p><span id="more-1495"></span></p>
<p align="center" class="style5">Portfolio Publicado &#8211; Revista Outdoor</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style1" >
<p>A revista portuguesa Outdoor, publica na sua edição de Novembro de 2011, um conjunto 8 imagens da minha autoria. As imagens agora publicadas, têm como denominador comum o tema &#8220;neve&#8221; e &#8220;Parque Natural Serra da Estrela&#8221;.<br />
Esta publicação, não deixa também de ter para mim um enorme significado, pois o Parque Natural Serra da Estrela, é um dos meus preferidos para fotografia de paisagem.</p>
<p>Leia o artigo publicado, <a href="http://www.revistaoutdoor.pt/2/index.php"_blank" >AQUI</a>, na secção de fotografia.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
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		<title>PUBLISHED PORTFOLIO</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 23:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Portfolio Publicado &#8211; Landscape Photography Magazine A revista online Landscape Photography Magazine, do Reino Unido, publica na sua edição de Novembro de 2011, 8 imagens do meu portfolio, todas elas realizadas em Portugal. Para o artigo poder ser visualizado na integra, a revista terá de ser adquirida online, mas fica a promessa de em breve [...]]]></description>
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<p><span id="more-1473"></span></p>
<p align="center" class="style5">Portfolio Publicado &#8211; Landscape Photography Magazine</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style1" >
<p>A revista online Landscape Photography Magazine, do Reino Unido, publica na sua edição de Novembro de 2011, 8 imagens do meu portfolio, todas elas realizadas em Portugal. Para o artigo poder ser visualizado na integra, a revista terá de ser adquirida online, mas fica a promessa de em breve colocar o artigo disponível para todos os interessados.</p>
<p>Leia parte do artigo publicado, <a href="http://landscapephotographymagazine.com/2011/portfolio-nuno-luis/" target="_blank" >AQUI</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
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		<title>NEW VIDEO</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 11:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NOVO VIDEO DE NUNO LUÍS A vida é feita de histórias e de memórias. São algumas dessas experiências que partilho, através deste pequeno video, numa viagem por algumas das maravilhas do nosso planeta. &#160; Imagens e edição por Nuno Luís. &#160;]]></description>
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<p><span id="more-1453"></span></p>
<p align="center" class="style5">NOVO VIDEO DE NUNO LUÍS</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style1" >
<p>A vida é feita de histórias e de memórias. São algumas dessas experiências que partilho, através deste pequeno video, numa viagem por algumas das maravilhas do nosso planeta.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/31345506?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;autoplay=1" width="540" height="366" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
</td>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td class="style1" >Imagens e edição por Nuno Luís.</td>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
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		<title>BOOK REVIEW</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 21:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[REVIEW ONLY IN PORTUGUESE! LIVRO RECOMENDADO &#8211; &#8220;Obra Fotográfica ao Negro&#8221;, de José Alpedrinha A história da arte tem-nos dito que ao longo dos tempos, o caminho do artista é muitas vezes um percurso sinuoso e espinhoso, dominado pela introspecção, onde o mesmo é confrontado e desafiado por uma amálgama de sentimentos. Acredito que em [...]]]></description>
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<p><span id="more-1387"></span></p>
<p class="style1" align="center"><strong>REVIEW ONLY IN PORTUGUESE!</strong></p>
<p align="center" class="style5">LIVRO RECOMENDADO &#8211; &#8220;Obra Fotográfica ao Negro&#8221;, de José Alpedrinha</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style1" >
<p>A história da arte tem-nos dito que ao longo dos tempos, o caminho do artista é muitas vezes um percurso sinuoso e espinhoso, dominado pela introspecção, onde o mesmo é confrontado e desafiado por uma amálgama de sentimentos.<br />
Acredito que em momentos como esses, são produzidas as obras mais importantes de toda a humanidade, uma vez que possuem uma forte carga melodramática. </p>
<p>Sonhar, foi o que senti ao ver as primeiras imagens deste livro e imaginei-me a abrir as portas de um quarto, em que a única luz disponível é a de um candelabro, pequeno, mas suficiente para iluminar o seu interior. Talvez a esta sensação, não seja alheio o facto de todo o livro conter imagens a preto e branco. </p>
<p>As imagens são fortes, corajosas e mostram a ambição e determinação que o autor colocou nesta obra, sem nunca perder o  sentido, a sua identidade e o seu sentimento. É uma viagem pelos detalhes e pormenores, aqueles mesmos de que é feito o nosso mundo, onde se deduz que o autor queira mostrar um submundo, mais íntimo, que todos vêem, mas poucos o sentem.</p>
<p>Para o Zé, o autor, ficam os parabéns, aqueles que se dão sempre nestas ocasiões e um profundo respeito por este trabalho e pela sua vontade em avançar por iniciativa própria, num projecto tão arrojado.</p>
<p>Para todos os interessados, o livro pode ser adquirido <a href="http://www.liquidimages.com.pt/flip/encomendajose.html" target="_blank" >AQUI</a>.</p>
</td>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td class="style1" >Texto por Nuno Luís. Imagens por José Alpedrinha.</td>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
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		<title>NEW TRAVEL GALLERY &#8211; PORTUGAL</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 21:41:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[NOVA GALERIA &#8211; PORTUGAL Nova galeria de imagens dedicada exclusivamente a fotografia urbana nocturna. Após o pôr-do-sol, as cidades ganham uma nova vida através de iluminação artificial. É todo esse universo de oportunidades que pretendo mostrar com esta nova secção. Para quem estiver interessado, esta galeria será actualizada regularmente durante os próximos dias, com novas [...]]]></description>
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<p><span id="more-1331"></span></p>
<p class="style2" align="center">NOVA GALERIA &#8211; PORTUGAL</p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td align="justify" class="style2" >
Nova galeria de imagens dedicada exclusivamente a fotografia urbana nocturna. Após o pôr-do-sol, as cidades ganham uma nova vida através de iluminação artificial. É todo esse universo de oportunidades que pretendo mostrar com esta nova secção.</p>
<p>Para quem estiver interessado, esta galeria será actualizada regularmente durante os próximos dias, com novas imagens.</p>
<p>Veja as novas imagens <a href="http://nunoluis.net/wordpress_dev/photography/travel/">AQUI</a>.</td>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
<p>
  </table>
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		<title>RAJASTÃO (ÍNDIA): A TERRA DOS PALÁCIOS</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 06:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O amor é a força mais abstracta, e também a mais potente, que há no mundo.” Mahatma Gandhi &#160; Com a chuva a cair teimosamente e o termómetro a registar uma temperatura superior a 30 graus, já não tinha grandes dúvidas, mas ao ter o primeiro contacto com o caótico trânsito de Nova Delhi, tenho [...]]]></description>
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<p><span id="more-1238"></span></p>
<table width="540" border="0">
<tr>
<td>&#8220;<em><span class="style1">O amor é a força mais abstracta, e também a mais potente, que há no mundo</span>.</em>” <span class="style1">Mahatma Gandhi</span></td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
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<div align="justify"><span class="style1">Com a chuva a cair teimosamente e o termómetro a registar uma temperatura superior a 30 graus, já não tinha grandes dúvidas, mas ao ter o primeiro contacto com o caótico trânsito de Nova Delhi, tenho a certeza: Estou de novo na Índia!<br />
A caminho do hotel e tendo ainda bem presente as memórias da viagem que aqui tinha realizado 3 anos antes, coloco a mim próprio a seguinte questão: Que sentimento nutro por este país, para de novo o eleger como destino? Sentirei eu necessidade de lidar com esta ruptura do convencional ocidental?<br />
As viagens de carro são o expoente máximo desta ruptura. Nas auto-estradas o histerismo dos encontros  com camelos, vacas e búfalos, rapidamente dão lugar à habituação. Os quase choques frontais que tanto pânico em mim geravam nos primeiros dias, rapidamente são substituídos por um sentimento de integração no quotidiano indiano.<br />
Tudo isto vivido e experienciado na primeira pessoa em apenas 13 dias, mas caro leitor, este tempo na Índia é o equivalente a um mês de vivência em qualquer parte no mundo!<br />
Mesmo ciente da tremenda avalanche de sentimentos e emoções que iria encontrar, a verdade é que não hesitei por um momento em voltar, e cheguei ao fim desta jornada com uma certeza: irei regressar!<br />
A meio da viagem, o Mr. Khan, o motorista que me acompanhou nesta incursão pelo Rajastão, exclamou: “Nuno, não te surpreendas com o que vês no dia-a-dia, pois estás na Índia e aqui, tudo é possível!” Esta frase do meu amigo Khan marcou-me para o resto desta aventura, porque como alguem referiu: visitar e conhecer a Índia é uma aventura!<br />
Mas nem tudo é o que parece, pois esta mesma sociedade onde quase tudo é permitido e possível, é a mesma que ainda assente em valores morais bastante ancestrais, não permite que duas pessoas se casem pelo sentimento que as possa fazer unir, fazendo com que o casamento por amor seja quase uma utopia…</span></div>
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<td align="center"><img src="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2011/10/trajecto.jpg" alt=""></td>
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<div align="center"><span class="style3">Esboço do itinerário pelo Rajastão, feito pelo Mr. Khan</span></div>
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<td><span class="style6">O Rajastão</span></td>
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<div align="justify"><span class="style1">Se existe local na Índia onde a luxúria e a riqueza que marcou a época dos marajás é visível, esse lugar é o Rajastão.  Entre sumptuosos e deslumbrantes palácios, castelos e monumentos, aliado ao facto de a maioria das suas cidades estarem localizadas no deserto do Thar &#8211; o que lhes confere uma mística e uma áurea única -, fazem deste estado, o Rajastão, o mais visitado e procurado em toda a Índia. <br />
      Desenganem-se todos aqueles que acreditam que o Rajastão se resume a  isso, pois a sua grande mais valia são as pessoas. Conhecer e conviver de perto  com os costumes e hábitos locais, é das experiências mais enriquecedoras e  gratificantes que se podem encontrar por aqui. <br />
    Apesar da densidade populacional que caracteriza a Índia, visitar este estado e as suas principais atracções não implica ter de passar por filas intermináveis como quando se visita a Torre Eiffel ou a Capela Sistina.</span></div>
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<td><span class="style6">Agra e Fatephur Sikri</span></td>
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<div align="justify"><span class="style1">Ao chegar  a Nova  Delhi &#8211;  a capital  -, e  após um  dia de  descanso, parti  de imediato  para Agra.  Não fazendo  parte do  Rajastão, visitar  esta cidade  torna-se obrigatório,  pois é  nela que  se encontra  o deslumbrante  Taj Mahal!  Além de  uma visita  ao interior  do monumento,  alugar um meio de transporte torna-se obrigatório, de forma a visitar a outra  margem do rio Yamuna e ser contemplado  com uma vista deslumbrante sobre o templo,  proporcionando belíssimas  imagens ao  nascer e  pôr-do-sol.</span></div>
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<td align="center"><img src="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2011/10/taj_mahal.jpg" alt=""></td>
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<div align="center"><span class="style3">Taj Mahal &#8211; Agra</span></div>
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<div align="justify"><span class="style1">O Forte de Agra é um local também ele agradável e merece uma visita, que mais não seja, pela bonita vista que se tem sobre o Taj Mahal.<br />
      A poucos kilometros de Agra, encontra-se Fatephur Sikri, a cidade fantasma. Não se assuste o leitor, não se encontram por lá fantasmas – pelo menos eu não os vi -, mas ao invés, tem-se a agradável surpresa de encontrar uma cidade que por ter sido habitada apenas durante 20 anos, apresenta um excelente estado de conservação, permitindo ter uma ideia exacta e precisa sobre a forma como nela se vivia. Depois de deixar Fatephur Sikri, rumo finalmente em direcção ao Rajastão&#8230;<br />
    </span></div>
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<td><span class="style6">Pushkar &#8211; A cidade sagrada</span></td>
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<div align="justify"><span class="style1">Reza a lenda que Brahma &#8211; um dos deuses da trindade hindu -, após ter vencido em batalha um demónio, deixou cair uma flor de lótus em Pushkar, dando origem à criação do lago Pushkar. Este local sagrado, é usado por centenas de fiéis hindús para a sua habitual higiene diária, proporcionando imagens de belo efeito.<br />
    Confesso que estava bastante curioso com a visita a Pushkar, ou não fosse esta uma cidade sagrada, e muito provavelmente o único local do mundo onde apenas se encontra comida vegetariana. Dei comigo a pensar: conseguiria uma loja da famosa cadeia alimentar de hambúrguers Macdonald´s reinventar-se e sobreviver aqui?! Acredito que sim, pois pelas ruelas da cidade, degustei um fabuloso hambúrguer vegetariano. O mesmo já não deveria acontecer, por exemplo, com a “nossa” cerveja Sagres, pois as bebidas alcoólicas aqui são estritamente proibidas.</span></div>
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<td align="center"><img src="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2011/10/Nas_ruas_de_Pushkar.jpg" alt=""></td>
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<div align="center"><span class="style3">Pelas ruas de Pushkar</span></div>
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<div align="justify"><span class="style1">Mas não há bela sem senão e deambulava eu pelas ruas de Pushkar, quando algo despertou a minha curiosidade. Em muitos dos bares e restaurantes da cidade facilmente se encontrava a indicação de servirem a famosa bebida indiana Lassi, mas em versão de “Special Lassi”. Por momentos ainda pensei: Terá o Special One interferido na receita desta bebida?! Com a minha curiosidade, cada vez mais aguçada sobre as diferenças entre a dita “Normal Lassi” e a “Special Lassi”, resolvo entrar num bar e questionar um dos empregados. Para minha surpresa sou informado que é feita da mesma forma que as demais, apenas com uma diferença: aos ingredientes tradicionais é acrescentado marijuana. Ainda me ocorreu se estaria em Pushkar, a cidade sagrada, ou em Amesterdão, a cidade louca?! E para satisfazer a curiosidade do caro leitor, não…não experimentei a “Special Lassi”.</span></div>
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<td><span class="style6">Udaipur &#8211; A Veneza do oriente</span></td>
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<div align="justify"><span class="style1">Ainda conseguia avistar Pushkar pelo retrovisor e já as saudades eram imensas, mas não havia tempo para saudosismos. Era essencial ler mais qualquer coisa sobre a próxima cidade a visitar: Udaipur!<br />
      De todas as cidades que visitei na Índia, Udaipur é sem dúvida a mais romântica ou não fosse apelidada de Veneza do Oriente. É um lugar aprazível e acolhedor, onde é indispensável um cruzeiro pelo lago Pichola, onde se tem a oportunidade de ver de perto o hotel Lake Palace, localizado no centro do lago. Este hotel ficou mundialmente conhecido por ali ter sido rodado parte do filme 007-Octopussy.<br />
    </span></div>
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<td align="center"><img src="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2011/10/Udaipur_Celebracoes_de_Krishna.jpg" alt=""></td>
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<div align="center"><span class="style3">Multidão em Udaipur</span></div>
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<div align="justify"><span class="style1">Os passeios à beira do lago Pichola, proporcionam momentos agradáveis de lazer, bem como as oportunidades fotográficas nas suas margens são imensas.<br />
      Estava ainda em Udaipur, quando o calendário hindu assinalava uma das datas mais importantes do ano: o nascimento de Krishna! As celebrações estenderam-se a todo o mundo hindu e foi um privilégio tremendo assistir aos festejos que assinalam o nascimento de um dos deuses mais querido entre a população. Entre danças tradicionais, jogos e cantares locais, a festa durou até altas horas da madrugada. Entenda-se altas horas da madrugada como 10 da noite.<br />
      Uma curiosidade sobre Krishna, é o facto deste deus ter cerca de 6000 namoradas. O leitor ainda dúvida que na Índia tudo é possível?!</span></div>
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<td><span class="style6">Jodphur &#8211; A cidade azul</span></td>
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<div align="justify"><span class="style1">A estadia nesta cidade fica marcada pelo jantar no célebre restaurante Trio, recomendado pelo guia “Lonely Planet” &#8211; na Índia essa recomendação significa muito -, não só pelas iguarias que apresenta, mas sobretudo pelo descarregar de emoções que esse momento tão particular significou.<br />
      Ainda antes do repasto no Trio, tornei-me na atracção maior da principal praça de Jodhpur, quando num acto de loucura, resolvi montar o tripé e fazer fotografia nocturna no meio da rua mais movimentada da cidade.</span></div>
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<td align="center"><img src="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2011/10/IMG_1273.jpg" alt=""></td>
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<div align="center"><span class="style3">Jodphur à noite</span></div>
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<div align="justify"><span class="style1">Como na Índia tudo é possível – bem que o Kahn me avisou -, não só os carros, motas, vacas e camelos se desviavam de mim, como ainda tinha um grupo de pessoas a seguirem de perto todos os meus movimentos.<br />
      Na zona histórica, a maioria dos hotéis tem os respectivos restaurantes localizados no terraço, proporcionando magníficas vistas sobre sobre o casario em tons de azul, bem como sobre o seu forte altaneiro, que precipitado sobre a cidade transmite sempre uma sensação de protecção.<br />
      As casas pintadas de azul, são a imagem de marca de Jodphur, fazendo lembrar a cidade marroquina de Chefchaouen…dito desta forma, até parece que eu alguma vez visitei esta cidade Marroquina!<br />
      Jodphur é, ainda,  o local ideal para gastar algumas rupias na compra de especiarias, pois segundo os entendidos, aqui são feitas as melhores de toda a Índia.<br />
      São 6.30 da manhã e no telemóvel começo a ouvir novamente a música “Show People Labels” da Fergie &#8211; genérico do filme “O Sexo e a Cidade I”.<br />
      Depois de 6 dias seguidos a ouvir aquele som, já sabia que estava na hora da alvorada.<br />
      Banho e pequeno-almoço tomado, bagagem pronta e tempo de ir para o coração do deserto Thar ao encontro de Jaisalmer.<br />
    </span></div>
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<td><span class="style6">Jaisalmer &#8211; A cidade de ouro</span></td>
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<div align="justify"><span class="style1">Conhecida como a “Cidade de Ouro”, Jaisalmer, pela sua beleza, localização e construção é a jóia da coroa do Rajastão.<br />
      O forte alberga a zona histórica da cidade, onde se encontram deslumbrantes havelis. Os havelis eram propriedade de antigos comerciantes de ópio e, na realidade, não são mais que luxuosos palácios onde é visível todo o requinte, riqueza e extravagância dos seus proprietários. Fiquei, particularmente, impressionado com as paredes exteriores dos palácios, meticulosamente trabalhados, mais parecendo uma renda feita à mão.<br />
      Devido a um elaborado sistema de circulação de ar, estes palácios são extremamente frescos, comparando com as temperatura que se verificam no exterior. Muitas vezes essa diferença pode ultrapassar os 10 graus. Relembro que na época seca, as temperaturas em Jaisalmer podem chegar aos 50 graus…<br />
      É obrigatório um passeio de camelo pelo deserto do Thar e terminar o dia a dormir nas suas areias e contemplar um magnífico céu estrelado. A concentração de estrelas é tal, que parecia ser possível tocá-las…</span></div>
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<td align="center"><img src="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2011/10/Deserto_do_Thar_Jaisalmer.jpg" alt=""></td>
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<div align="center"><span class="style3">Nas dunas do deserto Thar &#8211; Jaisalmer</span></div>
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<div align="justify"><span class="style1">Jaisalmer foi, também, palco de uma das situações mais bizarras que ocorreu durante a viagem. Visitava o lago Gadisagar, quando dou por mim rodeado de crianças a tentarem venderem-me pão do género “Panrico”. De início achei a situação, no mínimo, estranha mas uns metros á frente tudo se clarificou. Centenas de peixes de boca aberta e amontoados na berma do lago, onde o nível do mesmo estava mais baixo, à espera do alimento &#8211; o tal Panrico. Não sei definir que género de peixe seria mas, certamente, uma espécie que eu nunca tinha visto anteriormente, dado o tamanho da sua enorme boca.<br />
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<td align="center"><img src="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2011/10/MG_87781.jpg" alt=""></td>
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<div align="center"><span class="style3">Lago Gadisagar &#8211; Jaisalmer</span>*</div>
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<div align="justify"><span class="style1"><br />
          A Índia voltava a surpreender! Este estranho episódio, trouxe á memória um outro, ocorrido uns dias antes em Fatephur Sikri: um rapaz, que a troco de 10 rupias, mergulhava num lago em que a água estava completamente verde de estar há tanto tempo parada…A viagem aproxima-se a passos largos do seu fim mas antes de regressar a Nova Delhi, chegava o dia de conhecer a capital do Rajastão: Jaipur.<br />
        </span></div>
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<td><span class="style6">Jaipur &#8211; A cidade rosa</span></td>
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<div align="justify"><span class="style1">Jaiupur &#8211; além de ser a capital deste estado &#8211; é também das cidades mais encantadoras do Rajastão e é mundialmente conhecida como a cidade côr-de-rosa, quando em 1876, o seu marajá a mandou pintar de rosa, aquando da visita do Príncipe de Gales.</span></div>
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<td>&nbsp;</td>
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<td align="center"><img src="http://nunoluis.net/wordpress_dev/wp-content/uploads/2011/10/rostos.jpg" alt=""></td>
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<div align="center"><span class="style3">Rostos do Rajastão &#8211; Jaipur</span></div>
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<div align="justify"><span class="style1">Das atracções que tem para oferecer, torna-se obrigatório uma visita ao templo dos macacos, ao forte de Amber e ao palácio Hawa Mahal. Devido ao cansaço acumulado dos vários dias de viagem, optei por passar grande parte da tarde na berma do lago Man Sagar, a contemplar o palácio Jal Mahal e esperar pelo ocaso do sol que me permitisse fazer algumas imagens. Antes do descanso, ainda tive tempo de ir regatear num dos muitos bazares da cidade, visto Jaipur ser um dos principais centros de comércio de toda a Índia.</span></div>
</td>
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<td><span class="style6">O ocaso da aventura</span></td>
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<div align="justify"><span class="style1">Na manhã seguinte, dia 27/08/2011, despedia-me de Jaipur e parti em direcção à capital do país, Nova Delhi. Algumas horas em Delhi e tempo de regressar a Lisboa, deixando para trás muitas experiências e emoções indescritiveis, que ficam para sempre gravadas na minha memória.<br />
      Um agradecimento especial a quem comigo privou nesta autêntica aventura por esta pátria de nomes incontornáveis dos tempos modernos, como Ghandi ou madre Teresa de Calcutá.<br />
    </span></div>
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<td>&nbsp;</td>
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<td><span class="style4">Texto e imagens por Nuno Luís</span></td>
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<td><span class="style4">* Imagem por Susana Pires</span></td>
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